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Sunday, July 29, 2018

40 anos...



 















Como o tempo passa, quase sem darmos por isso...
É quase estranho imaginar que 40 anos passaram desde a data de nascimento da minha, linda e adorada, filha Vanessa.
Uma criança doce, alegre, calma e curiosa,  interessada por tudo o que a rodeava e com umas birritas de vez em quando, como qualquer outra criança.
Há medida que foi crescendo, foi moldando uma personalidade assaz interessante e cedo descobriu que amava as artes e o yoga.
Hoje, já mulher e mãe extremosa, continua com essas duas paixões no coração.
Há algum tempo escreveu um artigo sobre a prática de yoga que diz muito de si e da sua forma de viver, que aqui deixo, para quem tiver a curiosidade de ler:

Feliz aniversário minha querida, que a vida te continue a sorrir e que essa alegria e paz interior, nunca te abandonem!

Mesmo longe, com muito Mar e muito Céu a separar-nos, estás e estarás, sempre, no meu coração!

Amo-te Muito!

Beijos,

da Princesa e... Mãe!

Thursday, May 10, 2018

Dia da Espiga


E hoje é Quinta-feira da Espiga, uma data de tradição bem Portuguesa e, igualmente, religiosa.

Quando ouvi esta manhã na Rádio Comercial o locutor referi-la, vieram-me à memória, em flash, lembranças vivas da minha infância, quando eu e o meu irmão íamos juntos, com a mãe, apanhar o lindo raminho da espiga, com várias flores e cereais, onde cada um deles tinha o seu significado simbólico.

Lembro-me que, nunca podiam faltar as papoilas vermelhas (amor e vida), os malmequeres do campo amarelos e brancos (ouro e prata), as pequenas espigas douradas (pão) e os raminhos de oliveira (azeite, luz e paz).

O local eleito para a recolha eram os vastos campos das traseiras da nossa casa, na Amadora, que se prolongavam até aos altos dos moinhos de Carenque, também eles palco de muitas brincadeiras de rua, com os amiguinhos e amiguinhas da vizinhança. 
Era, sempre, um belo dia de festa, correrias e brincadeira, especialmente, por termos rédea solta durante a caminhada e a apanha, destas preciosidades.

 
Mal chegávamos a casa, o raminho era arranjado e preso com um cordelinho ou com uma pequena fita enlaçada, para ser pendurado atrás da porta de entrada e por ali permanecia até ao ano seguinte, em que era substituído por outro.

E pronto, lá ficávamos nós mais felizes e tranquilos, por mais um ano, em que nos podíamos sentir protegidos, de forma especial.

Saudades! 

Beijos,
da Princesa!