Gostam da foto?
Beijos,
da Princesa
Mais uma vez um novo dilema, ou um novo desafio, como quiserem.
Nada como um belo Domingo cheio de Sol para nos inspirar positivamente nas artes de preguiçar a ritmo lento. Hoje, é um belo exemplo de dia para praticar.
Apesar de não parecer, hoje 21 de Junho, chegou o meu amigo Verão.
Pois é, escrever tornou-se um hábito, uma terapia, um vício, uma obrigação, como preferirem mas, a preguiça e a falta de inspiração têm invadido o meu espaço literário nos últimos tempos.
Muitas vezes lamento já estar a entrar nos cinquenta (digam lá o que disserem mas o facto é que desejamos sempre ser mais novos...) e outras vezes, não muitas confeço, agradeço a idade que tenho e o saber que tenho vindo a guardar cá dentro.
Às vezes quando falo com a minha Vanessa lembro-me do que a minha mãe dizia, sempre que me pedia para lhe recordar onde ela agora vive:
E hoje lá vai a malta em alegre romaria, até ao Estádio do Jamor, para assistir ao jogo da final da Taça de Portugal.
Falamos, falamos, falamos ... e às vezes parece que estamos no meio de uma conversa de surdos.
Hoje vinha a escutar uma das rubricas do Programa das Manhãs da Antena3 - Há vida em Markl - e apesar do tom de chalaça, ouvi com atenção os comentários do Nuno Markl sobre o tema da rivalidade entre os utilizadores de PC e os utilizadores de Mackintosh e sobre o facto de ter sido quase insultado num chat da área de tecnologia onde apenas tinha pedido uma informação.
Pois é verdade, ainda não vos tinha falado sobre o óptimo concerto a que assisti no Sábado passado, dia 12 de Maio, no estádio da cidade de Coimbra.
Nem sempre consigo entender as minhas capacidades de gestão do tempo e às vezes sinto-me um pouco "Super Mulher".
Estou neste momento a ler um livro de Robin S. Sharma, O Monge que vendeu o seu Ferrari.
Lá diz a canção do nosso caro amigo Sérgio que "a vida é feita de pequenos nadas" e, de facto, é bem verdade.
Hoje visitei o blog de um colega que tirou licença sem vencimento de um ano, para fazer uma viagem à volta do Mundo.
A longa distância que me isola da Vanessa fez-me entender que nem mares, nem céus, nem terras nos podem separar. Apesar do esforço que tem implicado aprendermos a viver permanentemente longe, temos beneficiado com uma maior proximidade dos corações e das almas.
Apesar de estar atolada em trabalho impus a mim mesma, hoje de manhã, que tinha de escrever algo em homenagem ao 25 de Abril e às profundas mudanças que ocorreram a partir na nossa "Revolução dos Cravos".
Pois com chuva, vento, raios ou coriscos estou de abalada este fim de semana para terras do Sul. Talvez não acreditem mas já nem me lembro da ultima vez que visitei o Algarve!
E a história de desencantar repete-se sempre: onde há petróleo ou importantes fontes de riqueza no subsolo, ainda em larga escala de exploração, há conflitos, guerrilha, meia dúzia de iluminados bem abastados (onde se incluem sempre algumas potências estrangeiras "amigas desinteressadas", neste caso a Austrália e Nova Zelândia) e um povo com fortes carências de toda a ordem, nomeadamente, aquelas que deveriam ser proibidas em países com elevado potencial de riqueza: alimentares, saúde, higiene e habitação.



Recebi hoje as fotografias da peça que a minha querida filha criou no decorrer do encontro de escultura em pedra, realizado na cidade de Jalapa (Estado de Vera Cruz), em Setembro de 2006.
Hoje acordei cedo, espreguicei-me até ao fim, medi as pulsações ainda em descanso e senti que a calma e o prazer de um longo Domingo estavam pela frente.
Pois é, as verdadeiras histórias de encantar à vezes têm que ser muito suadas e a minha semanita de Barcelona (dentro de alguns dias) está-me a custar muito suor de ginásio, para estar em forma a galgar aquelas ruas e muito suor de horas de trabalho, pois os “pesadelos” aparecem-me sempre antes de férias.
Às vezes dou comigo a pensar como raio o futebol, movimenta tantos conflitos, consensos, desejos e paixões.
Hoje ri com vontade quando abri um e-mail de uma colega madrilena que me enviava uma série de desenhos de uma conceituada artista argentina, Maitena Burundarena.




Tendo como pano de fundo o caos vivido na Serra Leoa no decorrer da guerra civil dos anos noventa, o filme “Diamante de Sangue” conta a história de um ex-mercenário do Zimbabué, Danny Archer (Leonardo Dicaprio) e de um pescador da etnia Mende, Solomon Vandy (Djimon Hounsou).
E de novo o fantasma da preguiça ou da apatia a ensombrar o referendo de ontem. Continuam a persistir níveis de abstenção que não se entendem e depois lá vem a desculpa do “mau tempo”.

Do realizador mexicano Alejandro González Iñárritu, Babel é um filme longo e difícil de entender, embora muito interessante.