Chegou a princesa junior na passada Quinta-Feira. Igual à Vanessa de sempre, sem pressas, tranquila, com o habitual sorriso aberto e feliz. Nós por cá, tudo bem...
No words... I just have no more words to say. The KING of POP is dead!
Ontem ao ouvir a notícia na televisão fiquei arrepiada... a minha pele reagiu ao impacto de forma brutal. Há memória vieram os antigos odores da minha paixão e verdadeira adoração por Michael Jackson. O fascínio pelo jovem bailarino e pela electrização do seu corpo em movimento, aqueles pés utlizados com ninguém jamais o tinha feito, a inovação dos video clips de então que me deixavam a mim e à pequenina Vanessa, vidradas, estarrecidas, imóveis e de nariz colado ao pequeno écran, sempre que os monstros, a respiração profunda, os olhos e as gargalhadas fantasmagóricas de "Thriller" (LP que guardo religiosamente), passaram nos Top durante 2 anos. Quem foi Michael Jackon para mim? não foi o pequeno dos "Jackson 5"... esse conheci-o bem mais tarde mas, foi um cantor e um bailarino do "caraças", foi a batida de "Beat it", foi o blusão vermelho de "Billy Jean", ah aquele blusão vermelho... não resisti enquanto não tive um (ainda hoje o tenho e uso..., eh, eh, eh...), foi a loucura de "Don't stop it", foi a irreverência de "Bad" ou de "Black or White", foi a aquela luva mágica prateada que brilhava na mão esquerda e percorria o corpo em sinal de provocação, foi o meu grande ídolo da Pop nos anos 80 e será o meu rei da Pop para sempre. O que terá corrido mal? Talvez começar e terminar, demasiado cedo... Ontem o céu ficou com mais uma estrela!
No passado fim de semana tive o privilégio de participar num Workshop de Ashtanga Yoga, conduzido por Tarik Van Prenh, meu ex-mestre da Casa Vinyasa. O tema era ""Ashtanga Yoga e Auto-Sustentabilidade". Tarik introduziu o Ashtanga em Portugal e tem uma visão muito peculiar sobre a prática e sobre a sua influência no nosso percurso de vida e no atingimento dos objectivos pessoais, em todas as dimensões da nossa vida. O entrelaçar da prática do Ashtanga Yoga com o debate de ideias valeu muito a pena e os momentos de reflexão sobre nós mesmos e os outros que nos rodeiam, são fundamentais para o equilíbrio e afinação das agulhas dos trilhos que percorremos no dia a dia. A experiência do Pranayama é sempre uma nova descoberta quanto à evolução temporal das nossas capacidades de auto-controle e dos níveis de concentração. Um grande obrigada à Isa pela partilha deste espaço da Casa Vinyasa e pela sua entrega constante a todos os alunos.
Obrigada Tarik por estes bons momentos partilhados.
Um abraço a todos os que estiveram por lá, em comunhão de espaço e espírito.
Ah como eu entendo a alma dos artistas... Uma semana sem escrever e sinto a falta do membro que habitualmente se descola do meu corpo, quando adormeço e sonho no final das aulas de Ashtanga Yoga, ... o meu braço direito, claro! Desta vez voou longe demais e só voltou hoje a esta hora, já tão avançada. Já que ia ter o prazer de voltar a escrever, peguei num pequeno percalço que me afastou, desde ontem, do pequeno écran. Até Sábado terei um jejum total de TV Cabo, muito para além do parcial a que já me habituei desde há muito, face à escassez de tempo livre. Na sala percorri com os olhos a zona dos CDs e constatei que três dos que havia comprado recentemente ainda estavam por abrir e ouvir. Estavam ali guardados para o momento ideal.. hoje! Passión (Rodrigo Leão, gravado ao vivo), o último dos Xutos & Pontapés e Hoje, um projecto que canta 'amália hoje' e reune jovens talentos da nossa música mais contemporânea. Nuno Gonçalves e Sónia Tavares (The Gift), Fernando Ribeiro (Moonspell) e Paulo Praça (Plaza) juntam-se para cantar Amália num trabalho carregado de bom gosto. Já conhecia o álbum superficialmente, fundamentalmente a partir da rádio e agora apaixonei-me definitivamente por todas as canções, interpretadas na perfeição e com uma roupagem super contemporânea. Gosto muito e em especial de 'Grito', 'Nome de Rua', 'Medo', 'L'important c'est la Rose' e 'Foi Deus', ou seja, em nove temas estou loucamente apaixonada por cinco. Nem os homens jamais arrancancaram tal feito do meu coração, estar indecisa entre cinco, ao mesmo tempo, eh, eh, eh... O meu grau máximo de indecisão está muito longe deste número! Comprem, peçam emprestado, gravem clandestinamente mas, sobretudo 'ouçam, com orelhas de ouvir' porque vale muito a pena. Bravo Nuno, Sónia, Fernando e Paulo!
"Nunca consegui perceber como podia Jerry atravessar o mundo sem mulheres, a falar sozinho, com aquela grande cabeça a abanar. Se eu fosse humano saía à rua, abordava a primeira jovem atraente que encontrasse e, com os meus olhos a brilhar por cima de um sorriso sem queixo, engatava, comprava ou conquistava." (FIRMIN, cap. 12)
"Firmin", um conto de Sam Savage (o primeiro e o único, até à data) impregnado de amor e de paixão pelos livros e pelo conhecimento adquirido através da leitura diversificada. A personagem central é Firmin, a décima terceira cria nascida numa ninhada de ratos. Filhos de uma ratazana alcoólica que só tinha doze tetas, foram obrigados a lutar desesperadamente pela sua dose de comida diária. A Firmin valeu-lhe ser o mais fraquito dos treze, sempre alimentado dos restos dos irmãos. Porque lhe terá valido esse 'handicap'? Curiosos? É que a mãe ratazana gostava da pinga! Todas as noites se embebedava, matando a sede nas poças de bebida estagnada nos passeios, junto à velha zona dos bares da cidade. As doze crias mais sôfregas sorviam as primeiras doses de leite carregadas de elevado teor alcoólico, deixando para o fracote do Firmin umas escassas gotinhas mas... de leite mais purificado.
E mais não conto!
Podem ir a correr comprar o livro e ficar a conhecer a linda história do Firmin, o rato mais erudito do Mundo, carregado dos sentimentos contraditórios da alma e natureza humanas. Engraçado, o sonhador do Firmin conseguiu afastar do meu imaginário, ao longo desta leitura, parte do nojo que sentia pela sua espécie, eh, eh...
Aposto a vida em como o próximo 'encontro imediato do 3º Grau' com um rato ou uma ratazana, não vai ser tão dramático como os anteriores. Muito bom, simplesmente muito bom!
E com políticos tão desinteressantes como os que nesta manhã proferiram discursos cinzentos e sem graça, a condizer na perfeição com o cenário paupérrimo da praça de Santarém onde viriam a desfilar as diferentes forças militares, é impossível evocar o grande poeta Camões. A começar pelo discurso do Presidente da República que teve a lata de dizer aos portugueses que a sua palavra certa é 'esperança', imaginem o resto... Senhor Presidente, eu no meu papel de cidadã responsável sem dívidas e pagadora, a tempo e horas, dos meus impostos até ao último cêntimo, digo-lhe a plena voz que a minha maior esperança é que V. Exª. não volte a abrigar no seu Conselho de Estado gente corrupta e sem escrúpulos, como o seu mais recente ex-membro, Dias Loureiro, agora mais conhecido pelo cognome de 'O Amnésico'. Quando o povo vê o Presidente da República proteger gentalha desta e defende-la publicamente com 'unhas e dentes', a sua esperança imediata é acreditar que algo de estranho se passa... Será que até o Presidente do povo tem 'telhados de vidro'...? E agora sim, resta-me aqui homenagear o grande poeta Luis de Camões que deve andar às voltas no túmulo, de tão incomodado com os dircursos farsolas, da nossa 'elite' político-partidária, tão sem côr e sem poesia. Ai, ai...
Beijos, da Princesa
As armas e os barões assinalados... As armas e os barões assinalados Que, da Ocidental praia Lusitana, Por mares nunca de antes navegados Passaram ainda além da Taprobana E em perigos e guerras esforçados Mais do que prometia a força humana, E entre gente remota edificaram Novo Reino, que tanto sublimaram *** E também as memórias gloriosas Daqueles Reis que foram dilatando A Fé, o Império, e as terras viciosas De África e de Ásia andaram devastando, E aqueles que por obras valerosas Se vão da lei da Morte libertando Cantando espalharei por toda parte, Se a tanto me ajudar o engenho e arte. Luíz Vaz de Camões, Os Lusíadas (canto 1)
E numa noite de completo desencanto político, em que os quase "empates técnicos" viraram estrondosas vitórias e os discursos da maioria dos 'candidatos cinzentos' buscavam em vão as palavras mágicas do encanto da serpente, fez-se luz no CCB, com a voz e a magia de Mayra Andrade.
Um corpo impregnado de morna e jazz, um balanço quente e tropical que também arrancou os ritmos a Cuba e ao Brasil, uma expressão doce de Morabeza e uma voz simplesmente linda, de morrer...
Mayra e os seus brilhantes músicos (cavaquinho e baixo, uma verdadeira pedra!!!!) encheram-nos de música e poesia. O convite à dança foi infalível e não havia como deixar o rabo preso à cadeira.
"Stória, Stória...", o novo álbum e alguns temas do anterior trabalho "Lua", transportaram para o grande auditório do CCB as noites quentes de Cabo Verde, Brasil, Cuba e sei lá mais o quê...
Faltou cantar "Democracia". Se calhar foi de propósito, eh, eh, eh...
E pela primeira vez na minha vida de eleitora responsável apetece-me algo (não, não vou chamar o Ambrósio para ir buscar um Ferrero Rocher), mais do que nunca... apetece-me votar com uma frase revolucionária, escrita em letras bem garrafais,
'Os RICOS que pagem a CRISE!'
I wonder if... daqui a umas horas, serei tentada pela consciência de cidadã 'verdadeiramente incomodada' pelo falso discurso destes políticos da tanga, or...
Convencionou-se ser o Dia Mundial da Criança mas, bem vistas as coisas, tomos somos um pouco crianças, mesmo quando a idade já pesa um pouco.
Querem ver?
- Pregar uma bela partida. Adoro! Só de imaginar o que lá vem quase não controlo a ânsia de ver o resultado final...
- Olhar para a Cristina e nem precisar de abrir boca para dizer o que nos vai pela cabeça, quando estamos na praia e passam por nós aqueles belos exemplares de machos latinos 'very, very typical'.
Esses mesmo que estão a pensar, os sócios do "Clube do Levantamento do Copo de Cerveja" e simultaneamente membros da equipa de Futebol de Praia 'As Baleias fora de Água' ou da equipa das 'Raquetes Grande Superfície'.
Gargalhada, em duplicado, claro! Especialmente, quando aquelas belas proeminências não deixam ao pessoal ângulo de visão suficiente para os impedir de aterrar, em grande estilo, na areia.
- Falar com os meus cães e o com meu gato numa linguagem pouco perceptível para os adultos que se prezam de o ser, eh, eh...
- De repente ir comprar um gelado, porque me apetece...
- Ir sozinha ao cinema ver o 'Shrek' e o 'Madagáscar'...
Uih!!! Se desatasse o rol de ideias e impulsos, nunca mais acabava.
E não parámos de homenagear os nossos talentos durante toda a semana.
Hoje os aplausos foram para Luis Figo e Pedro Pauleta, ambos excelentes exemplos de dignidade e talento, no mundo do Futebol.
Impressionante as manifestações de carinho do público e dos colegas. Um profundo respeito por ambos os atletas, nos seus jogos de despedida.
Aqui deixo o registo desta simples homenagem aos dois. Foi, efectivamente, uma semana em cheio para ver Portugal, lá longe mas sempre perto do coração.
Hoje ao espreguiçar-me logo de manhazinha (bom depende do que a palavra "manhazinha" possa representar para cada um de vocês, eh, eh, eh...) , já pensando na bela leitura que ia fazer em breve na praia de S. Julião, pensando na areia e no mar calmo que me esperava, and so on, and so on... comecei a prestar atenção ao comentário que o João Gobern fazia na Antena 1. Falava do nosso jovem cineasta João Salaviza e da sua recente proeza no Festival de Cannes e, também, de um desenhador português radicado no estrangeiro, João Colombo, nos EUA há vários anos e residente em Nova York há cerca de dez. Casado com uma norte-americana, por lá construiu o seu percurso de vida e por lá perseguiu os seus sonhos associados à arte, atingindo um reconhecimento e uma projecção que por cá talvez tivessem sido bem mais difíceis de achar. Também ele conseguiu recentemente a sua 'Palma de Ouro'. A última capa do Magazine 'The New Yorker" é um desenho de sua autoria, feito no iPhone. Como ferramentas utilizou a aplicação 'Brushes' e o simples toque mágico do seu dedo. Vejam com os vossos próprios olhos, através do vídeo disponível em: http://www.newyorker.com/video?videoID=24059201001. Se tiverem curiosidade em conhecer melhor o seu trabalho e as áreas onde se movimenta para além do desenho, podem visitar o seu site em: http://www.jorgecolombo.com/. Ao contrário de algumas mensagens idiotas que às vezes recebemos na nossa 'Mail box', este sim, é o verdadeiro "Portugal, no seu melhor"!
- Pois é Isabel, hoje tenho boas notícias para si. - Sim doutor? - É verdade. A lesão do tímpano desapareceu nestas três semanas. Pode gabar-se de fazer parte do lado feliz das estatísticas. Safou-se da operação (sorriso). - Yes!!! Yes!!!! (pensei eu). Fonix, fonix, fonix! Uuuufffff... (pensei eu, de novo, eh, eh...) - Fez o que eu mandei, não é verdade? Nem uma gota de água dentro do ouvido, certo? - Nem uma gota de água Dr., nem uma gotinha sequer. Distribuí algodão e cremes isolantes por todos os sítios possíveis onde podia tomar banho. - Dá para perceber, dá para perceber. - O Ashtanga Yoga também ajudou um pouco (comentei com ar de brincadeira...). - É bem possível minha cara... é bem possível. Sabe que a sua lesão afectou cerca de 30% do tímpano e o equlíbrio interno pode ser muito importante. Foi uma recuperação fabulosa. Parabéns! - É uma nova vida se avizinha... sem COTONETES! - Viva a limpeza da orelha com a ponta da toalha de banho e... ABAIXO OS COTONETES!
João Salaviza, 25 anos, cineasta estreante dos grandes festivais internacionais, acaba de receber a Palma de Ouro do Festival de Cannes que premiou a curta-metragem "Arena", um dos nove filmes selecionados, entre os cerca de 3600 filmes candidatos. Assistente de realização de Manoel de Oliveira, terá certamente muito aprendido com o "Mestre". Dá para entender que encara o cinema de forma muito séria e profissional, apesar de ser ainda muito jovem. A história centra-se num jovem em prisão domiciliária na sua casa, inserida num espaço urbano problemático. "Arena" acabou por adicionar o prémio ganho em Cannes ao que o jovem Salaviza já tinha conquistado no "IndieLisboa", no início deste mês. A distribuição em Portugal ainda não está assegurada, o que infelizmente já não é novidade para ninguém, basta ver o número de filmes portugueses selecionados para serem exibidos nas nossas salas. Para já, aqui fica um Fotograma.
- Vai uma onda para o João Salaviza? - Uoooouuuuhhhhhh!!!!!!
Uma das coisas que me ajuda a aliviar o stress e a chatice que representa enfrentar uma longa fila de trânsito logo pela manhã, em plena hora de ponta, é dar asas à imaginação enquanto vou conduzindo. Olhar em volta e observar algumas das personagens que seguem nas outras viaturas que me rodeiam é o meu passatempo favorito. Olho as caras, analiso expressões e gestos para poder imaginar a história. Qual será a profissão dos personagens, o nome, o nível de empatia com o parceiro do lado, o humor matinal, a rotina de vida... e sei lá mais o quê. O vício-me ficou-me da formação académica em Sociologia e do treino em espicaçar a imaginação através da observação atenta do Mundo que nos rodeia. Mal sabe o pessoal que mesmo ali ao lado, na longa fila de trânsito, um "Big Brother" feminino os está a sondar. - Uhmmmm... aqueles devem estar fartos um do outro! O gajo está a tirar macacos do nariz com aquele ar de enfado, mal disfarçando o gesto com uma coçadela e a respectiva, de olhar perdido na direcção oposta mergulha nas profundesas do espelho retrovisor, parece imaginar a chatice que foi a noite passada... - E aquela ali? Uhhmmmm... aquela parece-me estar de bem com a vida. Pelo menos não está a conduzir com cara de pau, apesar da longa fila de trânsito. Tem pinta de fotógrafa... não sei porquê. - E aquele casal de chavalos ali à direita? Riem-se que nem uns loucos. Uhmmm... a coisa está bem divertida por aquelas bandas. Engraçado, a cor e a pinta do carro condizem com a alegria que reina dentro da cabine. E de especulação em especulação lá sigo eu e quando dou por mim já estou mesmo em frente ao lugar onde vou estacionar. E agora? Bom... agora, toca a animar que tenho três horas pela frente de discurso fluente e claro, para que os interlocutores do cliente me entendam. Portátil na mochila e boa disposição. Em frente, marche!!!!
Pedro Sotto Mayor é um grande impulsionador deste espaço e precisa da vossa solidariedade para o ajudar a manter agora e no futuro.
Ser amigo da "Casa das Cores" é muito fácil e pode custar muito pouco. Apenas alguns euros por mês de contribuição mínima que correspondem a 3 macinhos de tabaco para os fumadores, ou a 2Kg de cerejas para os não fumadores.
A casa inaugurou recentemente e até ao final desta semana terá as doze crianças que ali vão morar, num ambiente que se pretende familiar.
"... nomes, caras, vidas, com as quais queremos trabalhar e construir projectos de futuro", como diz Pedro no mail onde nos anuncia o arranque de trabalhos da Casa das Cores.
Onde é que está o Wally?????????? - Nuno Lopes (grande Nuno!!! Sou tua 'big' fã, forever!) - Ivo Canelas - Rui de Carvalho - The Gift - Ana Bola - Simone de Oliveira - Eunice Muñoz - António Feio - Manoel de Oliveira - Filipe Duarte - Gonçalo Holding - Ana BOLA!!!!!!
- MMC & BG (grrrrrrrhhhhhhhhh....)
As frases da noite: "Sem o cinema o nosso quotidiano teria muito menos graça" (José Fonseca e Costa) "Aquele querido mês de Agosto" (melhor filme: Miguel Gomes) "A minha pátria é a lingua portuguesa." (Fernando Pessoa) "Esperemos que a gripe não se propague e que a Economia mundial recupere" (I really do not now the name of the woman who told that to the "big & shining dressed" CARA's croud!!!!! She was some how connected to the movie filmed in Beira Alta, eh, eh, eh...)
Beijos, da Princesa
PS - A Carla Bruna nunca mais canta, o que é bom!!!!! e o Sarkosi nunca mais usa aqueles saltos... o que também não é mau!!!!!!! (ANA BOLA!!!)
- Hey guys & girls...I Love you all! Don´t forget I'm the only ONE.... the real ONE... the greatest ONE... The oooneeee and onlyyyy... Princess from Portugal!
Dizem que a curiosidade matou o gato, bom... neste caso seria a gata, eh, eh, eh.
O que me levou ontem ao teatro a ver a peça "Onde Vamos Morar" foi ver um Sérgio Godinho actor.
Conhecendo-o como compositor, musico e intérprete, contador de histórias para crianças e outras tantas artes afins, dalí só poderia vir bom vento...
A surpresa das surpresas é que não foi só o Sérgio Godinho que me encantou mas, o todo da peça, nomeadamente os jovens actores e atrizes dos 'Artistas Unidos'.
O rapaz da flores é pura e simplesmente excelente, não retirando qualquer méritos aos restantes mas, de facto, a personagem encantou-me.
Texto, interpretação, encenação, luzes e originalidade são marcas da peça, do início ao fim.
"Onde Vamos Morar" é uma peça escrita por
JOSÉ MARIA VIEIRA MENDES
para os
ARTISTAS UNIDOS
Andreia Bento
Cecília Henriques
Pedro Carmo
Pedro Gil
Pedro Lacerda
Sérgio Godinho
Sílvia Filipe
Ficaram-me frases na memória que vou recordar durante algum tempo, ditas aqui e acolá pelas sete personagens que se vão cruzando entre as histórias que os unem e os afastam.
- O peso deste Mundo nas costas e a cara sempre a bater no chão.